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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Parecer da Procuradoria é favoravel a cassação do prefeito e vice.

Luiz Carlos dos Santos Gonçalves procurador do PRE (Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo)já se manifestou favorável à cassação dos diplomas do prefeito de Praia Grande, Roberto Francisco dos Santos (PSDB) e seu vice, Arnaldo Amaral (PSB), que chegaram a ser condenados em 1ª instância por compra de votos nas eleições de 2008. O parecer assinado na última quarta-feira, será encaminhado ao juiz Flávio Luiz Yarshell relator do caso que formulará seu voto, a favor ou contra a cassação, e  encaminhará para julgamento ao plenário do TRE, que realiza sessões às terças e quintas-feiras. A assessoria de imprensa do órgão não soube precisar quanto tempo deve levar até isso acontecer.

Fonte: ATribuna

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Acidentes na Via Expressa Sul

As câmeras da cidade monstram que é preciso uma ação da administração municipal junto ao estado para resolver o problema dos acidentes na Via Expressa Sul.

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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

O projeto das bicicletas de Paris não está dando certo.

O projeto Vélib, que aluga bicicletas em Paris, está saindo caro para a empresa de outdoor JC Decaux, porque cerca de 80% das 20,6 mil unidades foram ou roubadas ou danificadas.
O programa é financiado pela própria empresa, como parte de um pacote que inclui a propriedade sobre 1,6 mil outdoors na capital francesa. Embora as bicicletas não tenham publicidade, os outdoors trouxeram cerca de US$ 30 milhões para o primeiro ano da operação, que se iniciou em meados de 2007.
O contrato é de 10 anos e a JC Decaux negocia com a cidade um acordo mais justo, no qual o poder público arcaria com parte dos custos de vandalismo. As bicicletas podem ser alugadas por US$ 1,5 por dia ou US$ 7,3 por semana.
Para dar conta, a JC Decaux emprega 400 pessoas na manutenção, mantendo 10 veículos elétricos de reparação. Até o momento, houve 63 milhões de alugueis, com média de 20 bikes encontradas abandonadas por dia e 1,5 mil com necessidade de reparos. Existe até um mercado negro de Vélibs furtadas no Leste Europeu (Vélis é uma mistura entre velo (bicicleta) e liberté (liberdade). 

Fonte: m&m online

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domingo, 8 de novembro de 2009

Praia Grande continua sem fiscalização do Ministério do Trabalho.

É impressionante como o Ministério do Trabalho não dá a minima para os trabalhadores de Praia Grande. O post escrito em 15 de fevereiro de 2008 que reclamava da inexistência de fiscais para coibir os inumeros desmandos de pessoas que se dizem empresários recebeu mais um comentário publicável. Sim, publicável, porque recebemos grande quantidade e não pudemos publicar por serem ofensivos aos fiscais do ministério. Raros são os que cumprem suas obrigações para com as leis trabalhistas e os escritorios de contabilidade são coniventes e não orientam. Aos que se sentem prejudicados pelos escritorios recomendo enviar denuncia ao Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo, o telefone é 11-38245433 e o e-mail é atendimento@crcsp.org.br quanto ao Ministério do Trabalho a saida é nas próximas eleições para presidente votar em quem estiver comprometido em realizar um trabalho decente nessa área.

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Condições especiais para pagamento de IPTU.

Tributos vencidos até 31 de dezembro de 2008 poderão ser quitados em condições especiais. Parcelamento em até 120 meses e 90% de desconto nos juros para pagamento a vista. Quem estiver interessado deve procurar o guichê da Dívida Ativa que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 16h, na Seção de Atendimento ao Público, no piso térreo do Paço Municipal ( Av. Presidente Kennedy, 9.000, Bairro Mirim). Diariamente são distribuídas 400 senhas para diversos atendimentos.

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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Dengue

Está chegando a época em que o surto de dengue aumenta. Cuide do seu quintal das suas coisas. Não seja responsavel por infectar a rua inteira por conta de uma água no prato de um vaso. Os orgãos de vigilância do muncipio deveriam apontar as unidades habitacionais ou comerciais responsaveis por propagação do mosquito da dengue e esses deveriam ser passiveis de processo crime e por danos morais.

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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Tolerância Zero

A subsecretaria de Segurança Pública de Praia Grande realizou a Operação Tolerância Zero de 31 de outubro a 02 de novembro e divulgou balanço dos resultados que você pode ler aqui. O Blog sempre foi a favor desse tipo de ação. Coibir pequenos crimes é o caminho para evitar um criadouro de grandes bandidos dentro da cidade. Sempre com o cuidado para punir e não torturar os infratores, afinal não queremos ver a cidade ser manchete de absurdos pelo Brasil afora. A iniciativa é digna de elogios e precisa ser incentivada, esse é o caminho. Parabéns as Polícias Militar e Civil, Secretarias de Trânsito e Transporte (Setransp), Habitação e Meio Ambiente (Sehma), Finanças (Sefin), Saúde Pública (Sesap), Serviços Urbanos (Sesurb) e Subsecretaria de Assuntos de Segurança Pública (SubSeg).


Fonte: PGNotícias

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terça-feira, 3 de novembro de 2009

Computadores do Brasil estão entre os mais infectados.

No mais recente relatório sobre segurança a Microsoft divulgou que os computadores no Brasil estão entre os mais infectados. Em cada mil maquinas de 26 a 31 estão infectadas. Os ataques visando transações bancárias foram os mais detectados. Ao leitor do blog recomendo utilizar o antivirus pelo menos uma vez por semana. Não tem antivirus? Baixe o Avast aqui.

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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Lula quer que prefeitos formem cooperativas para catadores de material reciclável

Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez hoje (2) um apelo aos prefeitos de todo o país para que formem cooperativas para catadores de material reciclável. “Se um prefeito qualquer resolver tirar 200, 300 pessoas que estão na catação para colocar um empresário, o que vai acontecer? No lugar de dar salário para 300 pessoas, dá lucro apenas para uma”, disse.
Em seu programa semanal Café com o Presidente, ele comentou a visita ao Congresso dos Catadores de Materiais Recicláveis no Brasil. Lula garantiu, sem especificar em quanto tempo, que os catadores terão acesso a carrinhos elétricos que auxiliem no trabalho nas ruas.
“Essas pessoas estão fazendo um benefício extraordinário para a sociedade porque elas catam todo tipo de material reciclável, de uma folha de papel a uma caixa de papelão, uma garrafa pet, uma bateria velha, um computador velho. O que eles perceberem que tem possibilidade de ser reciclado e ser recolocado no mercado, eles estão fazendo”, afirmou.
O presidente lembrou que o governo já enviou uma lei ao Congresso Nacional na tentativa de regulamentar a profissão dos catadores de material reciclável. A expectativa, segundo ele, é de que o texto seja aprovado “logo”.
“Quando eu vejo pessoas que trabalham na catação com o orgulho que eu vi naquele congresso, só posso admitir que efetivamente o Brasil está mudando de cara”, afirmou.
Ainda de acordo com Lula, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai disponibilizar, nos próximos dois anos, R$ 225 milhões para ajudar os catadores na construção de galpões de reciclagem.

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil

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domingo, 1 de novembro de 2009

Uma solução simples e absurda ao mesmo tempo.

O trecho foi extraído da edição 2137 de 4 de novembro da revista Veja. Trata-se de uma reportagem sobre o fim do mundo em 21 de dezembro de 2.012 que é a data final do calendário maia. Dentro dessa reportagem tem "Os 10 dias que sumiram", relato de como o Papa Gregório XIII acertou o nosso calendário em 1582. É o seguinte: " os ciclos naturais dos dias, meses e anos não são redondos, pares perfeitos. São frações, números quebrados, e aí começa um problemão. Um ano – tempo que a Terra leva para dar uma volta completa em torno do Sol – não dura 365 dias. Dura 365 dias e algumas horas. Para facilitar a conta, arbitramos que um ano dura 365 dias e seis horas, ou um quarto de dia. Mas, como não podemos ter um quarto de dia, a cada quatro anos temos o ano bissexto, com 366 dias, o que recoloca nosso calendário em sintonia com o ano solar. Porém, a natureza, na sua magistral indiferença para com nossos números inteiros, na realidade não faz um ano de 365 dias e seis horas. São 365 dias e 5 horas, 48 minutos e 45,97 segundos! Isso quer dizer que o acréscimo do 366° dia cobre o descompasso ocorrido em cada quatro anos, mas imprecisamente. Como o tal descompasso não era de exatas 24 horas – era de 23 horas, 15 minutos e 3,88 segundos –, o ajuste feito pelo ano bissexto ainda nos deixa com um pequeno atraso em relação à natureza: um atraso de 44 minutos e 56,12 segundos a cada quatro anos. É pequeno, mas aumenta com o tempo. Em vinte anos, o atraso soma quase quatro horas. É tolerável. Em 100 anos, passa de dezoito horas. Começa a complicar. À medida que vai avançando, passa a embaralhar as estações do ano, a época certa para plantar, para colher, para pescar. Vira um, digamos, apocalipse.
Em 1582, o calendário da época, que vinha desde os tempos do Império Romano, já acumulava um atraso de dez dias em relação ao ano solar. Era demais, inadmissível. O papa Gregório XIII convocou então uma comissão de matemáticos para dar uma solução ao problema. Chegou-se a uma saída formidável. Com seu poder incontrastável sobre o destino da humanidade e do universo, o papa decretou o sumiço dos dez dias. Simples assim. Riscou fora. A humanidade foi dormir em 4 de outubro e acordou em 15 de outubro. O período de 5 a 14 de outubro de 1582 não existiu, jogando algumas dúvidas para as calendas gregas. O que aconteceu com quem fazia aniversário no período suprimido? E quem tinha conta para pagar num dia que sumiu? Pagou juros? Queixou-se ao papa? Resolvida a diferença de dez dias, a comissão achou outras soluções criativas. Para evitar que o descompasso dos anos bissextos voltasse a se alargar a longo prazo, estabeleceu que a cada século múltiplo de 100 – 1800, 1900, 2000, por exemplo – não haveria ano bissexto. Excelente. Mas a retirada do 366° dia seria provisoriamente excelente porque criaria um desequilíbrio lá adiante. Então, inventou-se outra compensação: de quatro em quatro séculos, o ano bissexto volta.
Parece confuso, mas é assim que funciona até hoje: de 100 em 100 anos, cai o ano bissexto; de 400 em 400, reinstala-se o ano bissexto. Com esses avanços e recuos, somas e diminuições, nosso calendário consegue dançar num movimento parecido com o balé irregular dos ciclos naturais. (Não é idêntico porque o calendário gregoriano ainda se distancia do ano solar em 25,96 segundos. É irrisório, leva mais ou menos 2 800 anos para chegar a um dia inteiro, mas perfeito é que não é.) Diante de tantos ajustes, a velha e boa folhinha de parede é um medidor preciso para o compromisso de quarta-feira, mas, com suas imprecisões em relação aos eventos astronômicos, não é exatamente boa para embasar previsões futuras."
  

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